Cartas à Guiné-Bissau: registros de uma experiência em processo
Paulo Freire registra sua experiência educacional e política na Guiné-Bissau, focando na alfabetização como ato de libertação.
El desarrollo, de la euforia al desencanto – 1
O artigo critica o modelo tradicional de desenvolvimento e apresenta o Bem Viver (Sumak Kawsay) como uma alternativa inspirada nos saberes dos povos originários, baseada na harmonia entre sociedade e natureza.
El Buen Vivir, una puerta para escapar del laberinto del desarrollo -2
O artigo questiona o conceito de desenvolvimento e defende o Bem Viver como uma proposta pós-capitalista fundamentada nos conhecimentos dos povos originários e na construção de relações sustentáveis com a natureza.
A Deriva é o Olhar de quem não aprendeu a enxergar no escuro: O Plano Museológico como Flecha de Retomada
Um artigo de opinião que defende a legitimidade do Plano Museológico do Museu Nacional dos Povos Indígenas (2025-2029), argumentando contra a visão colonial de museus e a favor da gestão protagonizada pelos próprios indígenas.
M’BARAKÁ – A Palavra que Age: Novas territorialidades e conflitos na Amazônia Indígena: A IIRSA e o Eixo Peru-Brasil-Bolívia
O artigo analisa os graves impactos socioculturais e ecológicos causados pelos grandes projetos de infraestrutura da IIRSA na Amazônia, especialmente o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira. A obra denuncia a continuidade da exploração capitalista e destaca a resistência dos povos originários frente a essas violências e violações territoriais.
Raízes do Amapá – História e cultura dos povos indígenas e afro-brasileiros
A obra compila artigos de educadores e lideranças que debatem a implementação das leis de obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena no Amapá. O material propõe práticas pedagógicas e uma educação antirracista que valorize as memórias, identidades e os saberes ancestrais dos territórios locais.
A Serpente do Capital: Pilhagem, Exploração e Destruição Cultural na América Latina (Santo Antônio e Jirau)
O livro analisa a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA) e os impactos das usinas de Santo Antônio e Jirau sobre as populações tradicionais, questionando o modelo de desenvolvimento e os licenciamentos ambientais.